Uma mulher viveu momentos de terror na manhã deste sábado (18), no bairro Alto do São João, em Conceição do Coité, mesmo após possuir medida protetiva contra o ex-companheiro, com quem manteve um relacionamento por 13 anos e está separada há cerca de dois anos.

Segundo informações obtidas pela jornalista Rafaela Rodrigues, o suspeito alega ter direito a uma parte do imóvel onde a vítima reside. No entanto, decisão judicial já garantiu a permanência da mulher na residência.
Ainda assim, conforme relato, ele continua insistindo para que ela deixe o local.
Na imagem em destaque, é possível observar o homem nas proximidades da residência da vítima, junto à grade do imóvel, aparentando tentar acessar o local.

“Estamos muito abalados e minha mãe permanece bastante nervosa”, relatou a filha da vítima.
A Polícia Militar foi acionada, mas, ao chegar ao local, o suspeito já havia fugido.
O caso já havia sido levado à Justiça anteriormente. A defesa da vítima solicitou a prisão do homem, apresentando conversas e áudios que indicariam o descumprimento das medidas protetivas. O Ministério Público também se manifestou favorável à prisão, destacando a necessidade de garantir a segurança da vítima.

Apesar disso, ao analisar o pedido, o magistrado entendeu que não havia elementos suficientes para comprovar maior gravidade nas supostas ameaças. Segundo a decisão, os áudios anexados não permitiam identificar com clareza os interlocutores ou os destinatários das mensagens.
Diante disso, a Justiça determinou a aplicação de medidas cautelares alternativas, consideradas suficientes para proteger a vítima.
Entre elas, estão o uso de tornozeleira eletrônica por tempo indeterminado, além da proibição de contato e de aproximação a menos de 200 metros da vítima, familiares e testemunhas.
No entanto, mesmo com as restrições impostas, o suspeito voltou a procurar a mulher neste sábado, em possível descumprimento da medida protetiva.
Outro fator que dificulta o cumprimento de decisões mais rigorosas é que o suspeito não tem sido localizado com facilidade nos endereços informados, já que, segundo apurado, ele frequentemente muda de paradeiro, o que dificulta a atuação da Justiça e o avanço do processo.




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