Homem espancado por cordeiros durante a Coité Folia afirma que agressão começou após ele defender idoso. Saiba mais!

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Após boatos de que o homem agredido durante a Coité Folia, na última quinta-feira (30), teria morrido, a jornalista Rafaela Rodrigues localizou a vítima, Jogirvaldo Paulo, de 49 anos, conhecido como Jorginho, natural de Ichu.

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Apesar da violência sofrida, Jorginho passa bem e realizou exame de corpo de delito nesta quinta-feira (07), como parte do procedimento investigativo. Ele ainda se recupera de ferimentos na cabeça, braços e pernas, provocados pela sequência de agressões.

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Em relato exclusivo, a vítima contou que tudo começou quando tentou defender um homem que estaria sendo intimidado e agredido por cordeiros durante a festa. Segundo Jorginho, ao perceber a situação, pediu para que os envolvidos se afastassem e decidiu deixar o local para continuar aproveitando o evento em outro ponto do circuito.

No entanto, conforme relatou, foi nesse momento que os suspeitos, acompanhados de outros homens, passaram a agredi-lo violentamente.

“Acho que eles não gostaram de eu ter tentado proteger o senhorzinho das agressões e, logo depois, partiram para cima de mim”, afirmou.

Mesmo ao recordar os momentos de tensão, Jorginho tentou manter o bom humor e disse que não imaginava que a situação pudesse tomar tamanha proporção.

“Não deu tempo nem de pensar. Era muita gente em cima de mim batendo ao mesmo tempo”, relembrou.

Questionado se ajudaria novamente uma pessoa desconhecida, mesmo após tudo o que aconteceu, a vítima foi enfática:

“Infelizmente me prejudiquei, mas confesso que faria tudo novamente para ajudar aquele homem. Isso faz parte da minha essência.”

Jorginho revelou ainda que não encontrou os agressores após o ocorrido, mas deixou claro o sentimento o revolta diante da violência sofrida.

“Eu não os perdoo. O que fizeram comigo não existe. Poderiam ter tirado a minha vida”, desabafou.

Enquanto segue em recuperação, o caso continua sendo acompanhado pelas autoridades competentes, e as investigações devem apontar responsabilização dos envolvidos nas agressões.

Redação

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